O debate político ganhou destaque nesta quarta-feira (2) com os presidenciáveis percorrendo várias regiões do país em suas campanhas eleitorais. Questões como custo de vida, preço dos alimentos e agronegócio foram temas centrais abordados pelos candidatos à Presidência da República, que também participaram de entrevistas e sabatinas na mídia. Os compromissos se concentraram principalmente no Rio Grande do Sul, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

Agendas dos candidatos

Flávio Bolsonaro, do PL, teve uma agenda intensa no Rio Grande do Sul, visitando a feira agropecuária Expointer, onde abordou medidas para reduzir o preço dos alimentos e prometeu apoio ao agronegócio. Wilson Grassi, do Democrata, iniciou um protesto pacífico em Brasília contra a suspensão de sua campanha digital. Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, não teve agenda pública divulgada. Augusto Cury, do Avante, concedeu entrevistas em São Paulo e visitou a Federação Israelita do Estado de São Paulo. Ronaldo Caiado, do PSD, participou de entrevistas e visitou o Mercado Municipal de Pinheiros. Romeu Zema, do Novo, esteve com motoristas de aplicativo e participou de um podcast em São Paulo. Renan Santos, do Missão, participou de um podcast em São Paulo. Clariana Barão, do DC, teve uma agenda movimentada em São Paulo. Rui Costa Pimenta, do PCO, esteve em reunião com a coordenação de campanha em São Paulo. Hertz Dias, do PSTU, fez campanha no Rio de Janeiro. Samara Martins, do UP, participou de uma confraternização no Rio de Janeiro. Edmilson Costa, do PCB, cumpriu agenda em Lisboa. Pablo Marçal, do PRTB, teve sua campanha suspensa.

Protesto de Wilson Grassi

Wilson Grassi, do Democrata, protestou contra a suspensão de sua campanha digital em Brasília. Alegando ter cometido um erro ao publicar em sua conta pessoal, em vez da conta profissional, Grassi iniciou uma maratona diária de 42 km ao redor do Tribunal Superior Eleitoral, em um ato de resistência contra a decisão. O candidato afirma que a suspensão prejudica sua apresentação aos eleitores, já que sua campanha depende exclusivamente das redes sociais e não utiliza recursos do fundo eleitoral.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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