Durante a reunião dos líderes mundiais do G7, o presidente Lula cobrou mais empenho dos países ricos para reduzir as desigualdades globais. O encontro ocorreu nessa terça-feira (16) na cidade francesa de Évian.
Lula destacou a falta de solidariedade que agrava não só a crise climática, mas também outros problemas. Em seu discurso, o presidente defendeu uma reforma no sistema financeiro, o combate ao crime organizado e o acesso à inteligência artificial.
Críticas ao protecionismo e unilateralismo
O presidente criticou o protecionismo e o unilateralismo como respostas inadequadas para questões complexas. Para exemplificar as disparidades econômicas globais, Lula mencionou Elon Musk, o primeiro trilionário do mundo, mais rico do que quase metade da população mais pobre do planeta.
Acordos e iniciativas
Além de discursar, Lula participou de encontros bilaterais. Com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, discutiu a relação entre o Japão e o Mercosul, anunciando negociações para um Acordo de Parceria Econômica. Também se reuniu com autoridades da União Europeia.
Os líderes do G7 reafirmaram apoio à Ucrânia na guerra contra a Rússia e mostraram otimismo com o acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio. Pediram ainda um cessar-fogo imediato no Líbano.
Nesta quarta-feira (17), o tema do encontro é o crescimento econômico equilibrado. O Brasil participa das discussões, incluindo sobre inteligência artificial.



