O julgamento do assassinato do menino Henry Borel foi retomado com as testemunhas de defesa de Monique Medeiros neste sábado (30), marcando o sexto dia do Tribunal do Júri. Monique, mãe de Henry, e o ex-vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho, estão respondendo pelo crime.

No dia anterior, os jurados concluíram o depoimento das testemunhas de acusação, com o pai de Henry, Leniel Borel, encerrando suas declarações por volta das 4h15 da madrugada. Leniel revelou que passou a considerar a possibilidade de o crime ter sido premeditado ao ter acesso a novas informações após a investigação. Ele também compartilhou um momento em que o filho, de 4 anos, demonstrou nervosismo e ânsia de vômito ao ser deixado com a mãe.

O advogado Cristiano Medina, que apoia a acusação, comentou sobre o depoimento dos médicos-legistas, que confirmaram que Henry morreu devido a agressões. ‘Ontem, os médicos legistas provaram cientificamente que Henry foi lesionado e morto no período em que estava com o casal’, afirmou Medina.

Controvérsias e argumentos da defesa

Os advogados de Jairinho sustentaram a tese de que as manobras de ressuscitação realizadas foram responsáveis pela laceração hepática e hemorragia, uma alegação contestada pelo médico legista Luiz Carlos Leal Prestes.

Além disso, a defesa levantou questões sobre a quantidade de laudos produzidos após a morte do menino, bem como o sumiço de um exame de raio-x que poderia apontar um pneumotórax.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Compartilhar.
Deixe Uma Resposta

Olá vamos conversar!