Israel retomou os bombardeios no sul do Líbano nesta quinta-feira (18), mesmo após a assinatura de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã no dia anterior. O acordo incluía o fim das hostilidades direcionadas ao Líbano, no entanto, a violência persistiu, resultando na morte de três pessoas, conforme relatado pela mídia local.
O exército israelense divulgou um mapa que destacava a área ocupada por Israel dentro do território libanês e afirmou que suas tropas permaneceriam no local, intensificando ainda mais a tensão na região.
Reações ao acordo e movimentações na região
O acordo entre Washington e Teerã gerou críticas de parte da população e de políticos israelenses. O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, questionou as reclamações e criticou a “reação exagerada” de Israel diante do pacto de paz.
Horas após a assinatura do acordo, três superpetroleiros com bandeira da Arábia Saudita atravessaram o Estreito de Ormuz, carregando juntos 6 milhões de barris de petróleo bruto, em uma das maiores movimentações recentes nessa rota vital para o comércio de petróleo.
Situação política no Peru e confronto Ucrânia x Rússia
No Peru, o candidato Roberto Sánchez convocou um protesto contestando o resultado parcial das eleições, enquanto a contagem dos votos segue lenta, com Keiko Fujimori liderando por uma pequena margem.
Enquanto isso, a Ucrânia realizou um novo ataque com drones contra Moscou, capital da Rússia, atingindo uma refinaria. O Ministério da Defesa russo afirmou ter interceptado 555 drones, em meio a uma escalada de tensões entre os dois países. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, fez ameaças ao Kremlin, alertando que Moscou enfrentará consequências se os ataques não cessarem.



