A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou o bloqueio de bens da Voos Rio Panorâmico e Serviços Aeronáuticos, incluindo contas bancárias, investimentos, imóveis, veículos e participações societárias. A empresa terá que apresentar ainda, em 30 dias, um plano de recuperação ambiental pelo incêndio e outros danos causados na mata pela queda de um helicóptero na Vista Chinesa, em agosto deste ano.
A medida judicial atende parcialmente pedido do Ministério Público Federal e foi motivada pela queda de um helicóptero da empresa na Vista Chinesa, na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 8 de agosto, durante voo panorâmico comercial, que matou o piloto e três turistas colombianas.
O MPF também pede a condenação dos réus e o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos ambientais.
O relatório da Agência Nacional de Aviação Civil apontou falhas graves na gestão da segurança operacional da empresa e determinou a suspensão cautelar do Certificado de Operador Aéreo da empresa, além da interdição de outras seis aeronaves de sua frota.
Procurada, a empresa informou que ainda não foi notificada.
Segundo informações da Agência Brasil, a empresa de helicópteros teve seus bens bloqueados após um acidente fatal no Rio de Janeiro, resultando na morte do piloto e de três turistas colombianas. A Justiça Federal determinou a medida como resposta ao pedido do Ministério Público Federal, que também busca a condenação dos responsáveis e indenização por danos ambientais.



