A defesa de Jair Bolsonaro enviou um esclarecimento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmando que a arma de fogo apreendida em uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal é de propriedade do ex-presidente.

A pistola foi retida durante uma abordagem em Taguatinga, após o motorista, identificado como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, afirmar que a arma pertence a Jair Bolsonaro.

Segundo a defesa, a pistola estava regularmente registrada em nome de Bolsonaro, com certificado expedido pelo Exército em 2019, e era mantida em sua residência de forma compatível com a condição de proprietário.

Os advogados também mencionaram que, devido a medicações psiquiátricas que vinham sendo ministradas a Bolsonaro, a equipe de segurança do ex-presidente retirou o percussor da arma sem seu conhecimento prévio, tornando-a inoperante. Veja também: Como Criar Newsletter Que as Pessoas Leem: Dicas Práticas.

Além disso, a defesa relatou que Bolsonaro entregou a pistola a um segundo-sargento do Exército para realizar manutenção após constatar uma falha ao manuseá-la.

Apesar da condenação por tentativa de golpe de Estado, a defesa ressaltou que não houve determinação judicial para entrega de armas ou cancelamento de registros.

A verificação do armamento, segundo a defesa, ocorreu devido a uma falha no funcionamento da arma, sem relação com o término do período de prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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