Mais de duas décadas se passaram desde que Márcia Honório da Silva dedicou sua vida ao futebol brasileiro com a mesma paixão que demonstrou em sua carreira nos gramados. Atualmente, Marcinha coordena equipes de futsal na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), revelando talentos como Matheus Bidu, lateral-esquerdo do Corinthians. Mesmo em times predominantemente masculinos, uma garota destaca-se no sub-7, mostrando que o futebol não tem gênero.
Resgate da história e legado para o futuro
Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira feminina, conquistando o terceiro lugar no Torneio Experimental da Fifa em 1988, na China. Agora, quase três décadas depois, o Projeto de Lei 1315/2026 planeja homenagear atletas das gerações de 1988 e 1991, reconhecendo o valor e a luta dessas pioneiras. A iniciativa é inspirada no reconhecimento concedido aos campeões da Copa do Mundo masculina de 2014.
Um passo importante para a valorização das mulheres no futebol
Rosilane Camargo Motta, também conhecida como Fanta, participou de três Copas do Mundo e hoje ensina futebol para meninas no Rio de Janeiro. Ela destaca a importância do reconhecimento histórico, não apenas do ponto de vista financeiro, mas como um legado para as futuras gerações. Ao lado de outras pioneiras, como Marisa, Fanta trabalha para fomentar o futebol feminino no Brasil, vislumbrando o impacto positivo que a Copa do Mundo feminina no país pode trazer.



