Três homens foram presos pelo sequestro do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, após se filmarem na cena do crime com o empresário amordaçado.
Em um dos celulares apreendidos pela polícia, os criminosos aparecem dentro de um quarto, amarrando a vítima e realizando transferências bancárias usando o celular de Marcelo Magalhães.
Além disso, uma foto encontrada no aparelho mostra um dos suspeitos em cima do carro utilizado pela vítima no dia do desaparecimento. O veículo foi abandonado posteriormente, auxiliando a polícia na resolução do crime.
Em outro vídeo descoberto pela polícia, um dos criminosos empunha uma faca diante do carro do empresário, enquanto dirigia o veículo. O suspeito identificado como Paulinho confessou o sequestro e homicídio, afirmando que ‘nós é bigode e faz acontecer’. Veja também: Como Fazer um Empréstimo de Forma Consciente e Segura.
Investigação e desfecho do caso
O inquérito aponta que Marcelo Magalhães foi atraído para o local do crime por um amigo com quem tinha relacionamento íntimo, sendo sequestrado e morto devido a uma transferência bancária. O mentor do crime, Lucas Soares de Lima, e outros dois cúmplices foram presos e a polícia busca o paradeiro do corpo do empresário.
Os suspeitos devem responder por homicídio qualificado, sequestro e ocultação de cadáver. O crime foi motivado por extorsão e desavenças financeiras, com Quadrado, como é conhecido o mentor, exigindo presentes caros e até um apartamento de Marcelo.
Denúncia e desdobramentos
Lucas Soares foi denunciado pela própria mãe, que relatou as atitudes agressivas do filho. Após o crime, os criminosos utilizaram a conta da mãe da namorada de Lucas para transferir valores da empresa de Marcelo, antes de jogarem o corpo da vítima em um córrego da região.
O caso foi inicialmente registrado como desaparecimento, mas a investigação revelou o planejamento do crime após desentendimentos financeiros. O delegado responsável pelo caso destacou a mudança na natureza da ocorrência conforme as evidências foram sendo reunidas.
Fonte: https://g1.globo.com



