A paixão pelo futebol vai além das quatro linhas e se torna uma ferramenta poderosa de cura para aqueles que enfrentam desafios tanto na saúde física quanto na mental. Histórias inspiradoras como a de Lohran Barbarini, de 16 anos, que venceu a leucemia, e a do jogador Gabriel Senise, que lutou contra a depressão, demonstram como o esporte pode ser um refúgio e uma fonte de força durante tratamentos médicos difíceis.
A Bola como Símbolo de Esperança
Lohran, que enfrentou uma leucemia desde a infância, relata que a simples presença da bola durante seu tratamento o motivava e alegrava. Mesmo nos momentos mais difíceis da quimioterapia, o contato com o esporte o fazia sonhar com a volta aos campos. Sua mãe, Fernanda Barbarini, destaca a transformação que a bola provocava no semblante do filho, trazendo magia e felicidade durante os momentos mais desafiadores.
Desafios da Saúde Mental
Por outro lado, Gabriel Senise enfrentou uma batalha contra a depressão ao se deparar com desafios profissionais e emocionais durante sua jornada no futebol europeu. Apesar das crises de ansiedade e ataques de pânico, ele encontrou no esporte uma forma de superação e resgate. Mesmo diante das adversidades, Gabriel nunca deixou de sonhar em voltar a jogar bola, mesmo nos momentos mais sombrios de sua doença.
O psicólogo esportivo Rubens Oliveira ressalta a importância do futebol como uma rede de apoio fundamental. Ele destaca que o esporte ajuda a trazer o paciente para o momento presente, auxiliando no processo de cura e resiliência, independentemente do desafio enfrentado.
Fonte: https://g1.globo.com



