O empresário Fernando Barbosa, proprietário de uma fábrica de móveis planejados em Ribeirão Preto (SP), foi denunciado por clientes que alegam terem sido vítimas de um ‘calote’. Barbosa, por sua vez, afirma ter deixado a cidade em busca de proteção, citando ameaças recebidas. Em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo, ele revelou que uma pessoa chegou a dizer que ‘iria sumir com ele’, o que o levou a se afastar para garantir sua segurança física e mental.
Proprietário da tradicional fábrica Planearte, com mais de 15 anos de atuação na região, Fernando Barbosa está no centro de reclamações de clientes que alegam falta de cumprimento de contratos, mesmo após pagamentos adiantados que chegam a valores acima de R$ 100 mil. Além disso, os funcionários da empresa também relatam atrasos nos salários e demissões sem o recebimento das verbas rescisórias.
Admissão de erros e promessa de ressarcimento
Apesar das acusações, Fernando Barbosa nega ter agido de má-fé e assume que os problemas enfrentados pela fábrica são resultado de falhas na gestão. Ele reconhece não ter condições financeiras para reembolsar os prejuízos causados aos clientes, mas se compromete a buscar soluções para reparar os danos.
O empresário também relata ter sido vítima de um saque à empresa, com a subtração de mais de R$ 800 mil em máquinas utilizadas na fabricação dos móveis. Segundo ele, o ocorrido inviabiliza ainda mais a possibilidade de ressarcimento aos clientes afetados.
Situação atual e desdobramentos
Com a fábrica e o showroom fechados, e sem os equipamentos essenciais para a produção, a Planearte enfrenta uma crise financeira que impacta diretamente os clientes e colaboradores. As denúncias estão sendo encaminhadas às autoridades policiais e judiciais para apuração dos fatos.
O caso envolvendo a fábrica de móveis planejados em Ribeirão Preto segue em desenvolvimento, com a promessa do empresário de buscar soluções para os prejuízos causados. Enquanto isso, clientes e funcionários aguardam por respostas e medidas concretas que possam amenizar os impactos da situação.
Fonte: https://g1.globo.com



