Site icon Itapevi Noticias

Tarcísio defende Eduardo Bolsonaro e garante que condenação não afeta chapa de candidatos a senador em SP

G1

Durante um evento de Segurança Pública em São Paulo, o governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), expressou sua opinião sobre a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ocorrida na terça-feira (16). Tarcísio classificou a condenação como “injusta”, porém afirmou que isso não terá impacto na composição da chapa eleitoral do estado.

A chapa, liderada pelo pré-candidato André do Prado (PL), tinha Eduardo Bolsonaro como 1° suplente na disputa por uma vaga no Senado Federal em São Paulo. Mesmo com a condenação, Tarcísio de Freitas assegurou que aguardará o acórdão sair e o recurso da defesa ser protocolado no STF antes de tomar medidas. Ele reforçou que a condenação não prejudica a eleição do grupo, incluindo a de Flávio Bolsonaro e dos senadores do estado.

Indicação de André do Prado e desdobramentos da condenação

A escolha de André do Prado como segundo candidato a senador em São Paulo foi feita em acordo com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. No entanto, a condenação no STF impede que Eduardo continue como candidato à suplência devido à Lei da Ficha Limpa. Tarcísio de Freitas fez essas declarações em um evento de entrega de armas e viaturas para as polícias paulistas, onde também se desculpou com os eleitores do estado pela epidemia de roubos de celulares.

Condenação de Eduardo Bolsonaro no STF

A Primeira Turma do STF condenou Eduardo Bolsonaro por coação no processo da tentativa de golpe de Estado em 2022. Com quatro votos pela condenação, o colegiado determinou uma pena de 4 anos e 2 meses em regime semiaberto. A condenação impede o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro de concorrer a eleições por até oito anos, gerando polêmica e questionamentos sobre os desdobramentos legais.

Após a condenação, Eduardo Bolsonaro reagiu chamando o julgamento de “sem pé nem cabeça” e alegando que o verdadeiro objetivo era impedi-lo de participar das eleições. Ainda cabe recurso, mas sem a possibilidade de recorrer a uma instância superior. Expertise jurídica indica que embargos de declaração raramente mudam decisões, e que Eduardo poderá ser preso, cumprindo a pena em regime semiaberto.

Fonte: https://g1.globo.com

Exit mobile version