A Polícia Civil do Amazonas solicitou à Justiça autorização para transferir o professor de jiu-jitsu Melqui Galvão para São Paulo, onde o caso de abuso está sendo investigado. A detenção de Melqui foi realizada após suspeitas de crimes sexuais contra pelo menos três alunas, conforme apurado pela Delegacia de Defesa da Mulher.
Investigação e Prisão de Melqui Galvão
A prisão temporária foi decretada com base em denúncias reunidas pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que investiga relatos de abusos envolvendo múltiplas vítimas. Durante a apuração, outras duas possíveis vítimas foram identificadas em diferentes estados do país, relatando episódios semelhantes.
Repercussão e Medidas Adotadas
As denúncias apresentaram uma gravação em que Melqui admite indiretamente os abusos e tenta evitar a continuidade das investigações, oferecendo compensação financeira. O caso levou à realização de três mandados de busca e apreensão em endereços associados a ele em Jundiaí, São Paulo.
Melqui Galvão, conhecido no meio esportivo como faixa preta e treinador de jiu-jitsu, está detido na Delegacia Geral do Amazonas aguardando decisão judicial sobre a transferência. Enquanto isso, foi afastado de suas funções na Polícia Civil do Amazonas, onde atuava no setor de capacitação.
O caso também foi encaminhado à Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública para condução de processo administrativo disciplinar. A PC-AM reforçou seu compromisso com a legalidade, ética e transparência, destacando que não compactua com irregularidades.
A prisão de Melqui Galvão tem gerado impacto na comunidade do jiu-jitsu, levando a Polícia Civil a prosseguir com as investigações para identificar possíveis novas vítimas e apurar a extensão dos crimes. A aguardar desdobramentos sobre o caso.
Fonte: https://g1.globo.com



