Uma nova situação de risco se apresenta no Jardim Imperial, em São José dos Campos, com a abertura de mais um buraco na região. Moradores da Rua Felisbina Machado estão apreensivos com as previsões de chuvas intensas para os próximos dias, temendo que as crateras existentes avancem ainda mais.

O bairro já enfrentava problemas com duas crateras em 2026, e agora, um novo buraco se formou ao lado de uma das erosões já existentes. De acordo com a Prefeitura de São José dos Campos, a situação foi agravada pelas chuvas, levando a um afundamento no local.

Os moradores da região relataram ouvir estalos e demonstraram receio de novos desmoronamentos após os recentes períodos chuvosos. A situação é tão preocupante que parte dos tapumes instalados precisou passar por manutenção após as últimas chuvas.

Intervenções e previsões preocupantes

Apesar da presença de equipes da Defesa Civil e engenheiros responsáveis pela obra para avaliação, a prefeitura afirmou que não há necessidade de novas interdições nem riscos iminentes. No entanto, uma nova contenção com pedras será realizada na área afetada.

O histórico de erosões nesta região já perdura há cerca de 15 anos, mas a situação se agravou consideravelmente neste ano, com a abertura de sucessivas crateras e interdições de imóveis. O medo dos moradores aumenta à medida que as previsões meteorológicas indicam chuvas intensas ao longo da semana.

Preocupações com a previsão do tempo

Segundo a Climatempo, há expectativa de chuvas moderadas a fortes para os próximos dias, com possibilidade de precipitações a qualquer momento. O tempo úmido e as temperaturas mais baixas na região devem persistir, com uma diminuição da intensidade das chuvas prevista apenas no final da semana.

A situação no Jardim Imperial permanece delicada e sob constante monitoramento, enquanto as obras para conter as erosões e prevenir novos desabamentos seguem em andamento. Os moradores, por sua vez, aguardam com apreensão a evolução do cenário e torcem para que as previsões meteorológicas não se concretizem em novos riscos para a comunidade local.

Fonte: https://g1.globo.com

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