O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizou um encontro na última sexta-feira (31) para discutir a aplicação da Lei Antifacção e os desafios enfrentados no combate às organizações criminosas classificadas como ultraviolentas.

O procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio José Campos Moreira, enfatizou que a nova legislação representa uma resposta crucial ao avanço dessas organizações que não só cometem crimes, mas também exercem controle territorial e social sobre comunidades.

Para Campos Moreira, a Lei Antifacção oferece ferramentas essenciais para enfrentar grupos criminosos que não apenas praticam atos ilícitos, mas também impõem sua autoridade, restringem direitos e exploram economicamente regiões inteiras. Veja também: Ideias de Negócios para Empreender em Casa com Sucesso.

O procurador destacou a importância de uma atuação institucional coesa por parte do Ministério Público para garantir uma aplicação uniforme da lei e enfrentar efetivamente essas organizações.

O assessor-chefe da Assessoria Criminal do MPRJ, Alexandre Araripe Marinho, ressaltou a necessidade de interpretar de forma integrada os novos instrumentos legais e de coordenar a atuação institucional diante das mudanças observadas na dinâmica do crime organizado.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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