Jimmy Cliff, um dos nomes mais reverenciados da história do reggae, faleceu nesta segunda-feira, aos 81 anos. A notícia foi confirmada por Latifa, sua esposa, através de suas redes sociais.
Em sua declaração, Latifa expressou profunda tristeza ao comunicar o falecimento de seu marido, Jimmy Cliff, decorrente de uma pneumonia. Ela manifestou gratidão à família, amigos, colegas artistas e colaboradores que compartilharam a trajetória do cantor.
Dirigindo-se aos fãs de Cliff, Latifa ressaltou que o apoio deles foi a força do artista ao longo de toda a sua carreira, e que ele realmente valorizava o carinho de cada um. A esposa também agradeceu à equipe médica que cuidou de seu marido e pediu respeito à privacidade da família neste momento difícil, prometendo fornecer mais informações em breve. “Jimmy, meu querido, descanse em paz. Seguirei seus desejos”, concluiu.
Jimmy Cliff é amplamente reconhecido como um dos pioneiros do reggae e uma lenda do gênero musical originário da Jamaica. Sua carreira teve início em 1967 com o lançamento do álbum “Hard Road to Travel”.
Ao longo das décadas, Cliff lançou inúmeros álbuns e singles, conquistando o Grammy pelos discos “Cliff Hanger” (1985) e “Rebirth” (2012). Realizou extensas turnês globais e estabeleceu uma forte ligação com o Brasil. Em 1968, participou do Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, ganhando grande popularidade no país, o que o motivou a retornar diversas vezes. Apresentou-se no Brasil em 1984, 1990, 1993 e 1998, e chegou a residir no Rio de Janeiro e em Salvador por alguns anos.
Entre seus maiores sucessos, destacam-se canções como “Reggae Night”, “Rebel in Me”, “We All Are One”, “Many Rivers to Cross” e “I Can See Clearly Now”.
Seu último álbum, “Refugees”, foi lançado em 2022.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br



