Após mais de um mês de apuração, as autoridades peruanas finalmente definiram os candidatos que disputarão o segundo turno das eleições presidenciais. Keiko Fujimori, representante da direita e filha do ex-ditador Alberto Fujimori, obteve 17% dos votos. Ela terá como concorrente Roberto Sánchez Palomino, de ideologia de esquerda, que conquistou 12% do eleitorado.
A semana foi marcada por tensões, já que o Ministério Público do Peru solicitou a prisão de Sánchez devido a possíveis irregularidades na prestação de contas de seu partido entre os anos de 2018 e 2020.
Polêmicas na eleição
O processo eleitoral no Peru tem sido conturbado, com atrasos na apuração e renúncia de autoridades eleitorais. Além disso, o candidato ultraconservador Rafael Aliaga, que ficou em terceiro lugar, se recusou a reconhecer o resultado e alegou possíveis fraudes no pleito.
Esses desdobramentos mostram a complexidade e a intensidade da corrida presidencial no Peru, que segue com debates acalorados e incertezas em relação ao desfecho final.
Com informações da agência Reuters, o cenário político no Peru continua atraindo atenção internacional e levanta questões sobre o futuro do país sob a liderança de um novo presidente.



