O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz não será reaberto até que sejam atendidas as sete condições estabelecidas em um acordo provisório com os Estados Unidos. A proposta iraniana foi apresentada durante a Assembleia Geral da ONU, indicando que a passagem marítima poderia ser restabelecida em até sete dias com o cumprimento das exigências.
Qalibaf enfatizou que o Irã é firme em sua posição e que o retorno à normalidade no Estreito de Ormuz é condicionado ao cumprimento das condições, baseadas no Memorando de Entendimento de Islamabad. Ele destacou que o período de prolongamento do processo diplomático e de imposição de exigências unilaterais por parte dos EUA chegou ao fim.
O Ministério das Relações Exteriores de Teerã esclareceu suas posições gerais em resposta aos EUA, mas ainda há pontos a serem comunicados. O porta-voz do Ministério, Esmaeil Baghaei, salientou que o foco atual é a questão do Estreito de Ormuz e que medidas claras são necessárias por parte dos EUA para garantir a segurança na região.
As negociações entre os dois países delineiam um período de sete dias para construção de confiança e retorno a um acordo semelhante ao estabelecido em junho. O Catar atua como intermediário nas conversas, buscando resolver o conflito e reabrir o Estreito de Ormuz, crucial para o transporte de petróleo e gás natural.



