O dia de Nossa Senhora Aparecida ganhou um significado especial para a família de Rosana Almeida. A data marcou o fim das convulsões de Lívia Almeida, diagnosticada com síndrome de West ainda na infância. A menina, hoje com 26 anos, sofria com até 100 convulsões diárias.

Uma jornada de fé e esperança

A rotina da família, natural de Juiz de Fora (MG), foi marcada por incertezas e sofrimento até que encontrassem respostas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP). Durante as idas ao hospital, Rosana e o marido passavam pela Basílica de Nossa Senhora Aparecida, onde faziam pedidos pela recuperação da filha.

A fé como aliada na superação

Rosana atribui à fé um papel fundamental durante a jornada de Lívia. A mãe compartilha que a melhora da filha coincidiu com suas preces no santuário, onde visualizava Lívia subindo a rampa da basílica andando. A fé, aliada aos tratamentos, trouxe esperança e progresso.

Lívia, além da síndrome de West, enfrenta uma condição genética rara. Suas convulsões, que chegavam a 100 por dia, desafiaram a família a encontrar respostas e tratamentos eficazes. A busca por soluções levou-os a especialistas em Ribeirão Preto, onde Lívia passou a ser acompanhada de perto.

A determinação de Rosana e sua crença na intercessão divina foram essenciais para superar os momentos mais difíceis. A luta contra as convulsões de Lívia exigiu viagens, exames e tentativas de tratamento, mas a persistência e a esperança guiaram a família em busca de melhorias.

Fonte: https://g1.globo.com

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