Após o emocionante resgate de uma família que ficou presa no elevador do Cristo Salvador, em Sertãozinho (SP), mais visitantes relatam experiências negativas com o equipamento. Segundo relatos, problemas recorrentes já ocorrem desde a inauguração do monumento em 2014, levantando preocupações sobre a segurança dos turistas.

As queixas surgiram nas redes sociais após um vídeo viralizar, mostrando o resgate da família que passou por momentos de desespero enquanto aguardava socorro. Diversas pessoas compartilharam relatos de situações semelhantes, destacando a falta de manutenção ao longo dos anos.

Histórico de incidentes

Uma das visitantes mencionou ter ficado presa no mesmo elevador logo após a inauguração, em um episódio que remonta a mais de uma década. Outros relatos destacam a ineficácia dos botões de emergência e o risco potencial para pessoas com mobilidade reduzida.

O aposentado Gentil Ferreira da Silva, protagonista do resgate recente, descreveu o momento de pânico vivido pela família, que incluía uma criança de apenas 1 ano. O elevador subiu além do esperado, causando uma violenta pancada, enquanto os dispositivos de segurança falharam.

Apesar do susto, o grupo foi liberado sem ferimentos, mas a situação gerou questionamentos sobre a fiscalização e manutenção do elevador. A prefeitura de Sertãozinho alega realizar vistorias mensais, mas o incidente levou a empresa responsável por ajustes técnicos emergenciais.

Investigações em curso

O secretário José Adilson dos Santos mencionou que a falha nos botões de socorro pode ter sido causada pelo impacto da parada abrupta do elevador. No entanto, a causa exata ainda não foi determinada, deixando dúvidas sobre a segurança do equipamento e o cumprimento das normas de manutenção.

O resgate da família no Cristo em Sertãozinho, SP, serve como alerta para a necessidade de garantir a integridade dos visitantes e a eficiência dos sistemas de segurança. A situação requer uma investigação minuciosa para evitar incidentes futuros e assegurar a confiança dos turistas no ponto turístico.

Fonte: https://g1.globo.com

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