A nova exposição imersiva ‘O Brasil de Tarsila’ celebra os 140 anos do nascimento da renomada pintora brasileira Tarsila do Amaral. Inaugurada no Nubank Art Lab, localizado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, a mostra promete encantar os visitantes com uma experiência única e interativa. Após o sucesso da exposição ‘Tarsila Popular’, que recebeu mais de 400 mil pessoas no Museu de Arte de São Paulo (Masp), esta nova exposição ficará em cartaz até 31 de outubro.
Uma imersão no legado de Tarsila do Amaral
Com cerca de 40 obras projetadas em 360 graus, ‘O Brasil de Tarsila’ promete transportar os visitantes para o universo artístico da pintora. As salas da exposição contam com cenografia, trilha sonora, dispositivos interativos, aromas e projeções imersivas, proporcionando uma experiência sensorial única.
Uma curadoria especial
A mostra, organizada por Paola do Amaral Montenegro e Juliana Miraldi, apresenta obras reproduzidas, animadas ou projetadas, ocupando 14 salas com mais de 70 obras. Juliana destaca a natureza democrática da exposição, que visa alcançar um público amplo, desde os admiradores de longa data até aqueles que estão sendo apresentados ao trabalho de Tarsila pela primeira vez.
Segundo Paola do Amaral Montenegro, a exposição imersiva busca trazer uma nova perspectiva sobre a vida e obra da artista, apresentando obras menos conhecidas e explorando formatos modernos. Com o uso de tecnologia e arte digital, a mostra pretende cativar diferentes gerações e quebrar barreiras de acesso à arte. Veja também: Como fazer uma transição de carreira com sucesso.
Explorando novos horizontes artísticos
Juliana ressalta que a exposição foi desenvolvida por artistas digitais e plásticos, garantindo a fidelidade estética e o respeito às obras originais de Tarsila. Com mais de 32 profissionais envolvidos, o conteúdo audiovisual da mostra promete surpreender os visitantes, despertando a curiosidade e o interesse por arte de forma inovadora.
A proposta da exposição é criar um ambiente acolhedor para famílias, incentivando a aproximação de crianças e jovens com a arte, além de abrir portas para um público diversificado. Juliana enfatiza que, embora as exposições imersivas possam gerar controvérsias, elas representam uma evolução na forma como a arte é experienciada e compartilhada.



