Em um cenário marcado por turbulências no exterior, o dólar ultrapassou a marca de R$ 5,20 e encerrou o dia em R$ 5,22, atingindo o maior nível em quase seis meses. Ao mesmo tempo, a bolsa registrou queda pelo quarto dia consecutivo.
Movimentações e Contexto Internacional
A valorização do dólar foi impulsionada por um cenário de fortalecimento da moeda no exterior, em um dia caracterizado pela aversão ao risco e pela alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Além disso, as incertezas relacionadas às negociações entre Estados Unidos e Irã contribuíram para a volatilidade do mercado.
Desempenho das Principais Variáveis
Confira os principais números do dia: Dólar à vista: R$ 5,226 (+0,83%); Ibovespa: 182.991,13 pontos (-0,26%); Petróleo tipo Brent: US$ 97,83 (+0,40%); Petróleo tipo WTI: US$ 92,60 (+0,21%).
O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,226, registrando um aumento de 0,83% e alcançando o maior valor desde março. O cenário internacional foi marcado pelo incremento nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, o que impactou negativamente os ativos de maior risco.
No contexto doméstico, as atenções permaneceram voltadas para as eleições presidenciais, sem que as pesquisas divulgadas alterassem significativamente o panorama da disputa. O Boletim Focus revelou que a projeção mediana para a cotação do dólar no final do ano se manteve em R$ 5,20.
O Ibovespa encerrou o pregão com uma queda de 0,26%, acumulando o quarto dia seguido de baixa. Mesmo com esse cenário, o índice mantém um aumento de 3,14% em setembro e de 13,57% no ano, demonstrando certa resiliência.
No mercado de petróleo, os preços fecharam em alta, impulsionados por incertezas nas negociações entre EUA e Irã. O barril do tipo Brent subiu 0,40%, atingindo US$ 97,83, enquanto o WTI avançou 0,21%, chegando a US$ 92,60.
