O julgamento do caso Henry Borel, que chocou o Rio de Janeiro em 2021 com a morte do menino de quatro anos, entrou em seu oitavo dia nesta segunda-feira (1º), tornando-se a mais longa do Tribunal do Júri do estado, superando o caso da deputada federal Flordelis em 2022.

Durante a sessão de hoje, o perito Leonardo Tauil, indicado pela defesa do ex-vereador Dr. Jairinho, réu pelo crime, prestou depoimento. Tauil assinou o laudo cadavérico de Henry no Instituto Médico Legal, afirmando que não encontrou nenhum móvel no apartamento que pudesse ter causado a morte da criança.

Versões em confronto

Segundo a versão apresentada por Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry, respectivamente, o menino teria tropeçado e caído da cama. Tauil reafirmou que a morte foi provocada por ‘hemorragia interna resultante de lesão hepática por ação contundente’.

Durante a exposição de imagens do corpo de Henry durante o depoimento do perito, Monique Medeiros deixou o plenário, repetindo a atitude tomada na última sexta-feira, quando foram exibidas imagens similares.

Andamento do julgamento

O julgamento conta com a presença de sete jurados, que estão proibidos de discutir o caso entre si ou com terceiros, além de se manterem afastados de redes sociais e notícias. A decisão sobre o destino dos réus será tomada por maioria simples dos jurados, cabendo à juíza Elizabeth Machado Louro definir a pena em caso de condenação. A expectativa é que a sentença seja proferida na madrugada de quinta-feira (4) desta semana.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Compartilhar.
Deixe Uma Resposta

Olá vamos conversar!