Os candidatos à Presidência da República tiveram uma movimentada agenda de campanha nesta segunda-feira (31), com destaque para a região de São Paulo e Sul do país. Emprego e segurança pública foram temas centrais nos compromissos dos postulantes ao cargo mais alto do Executivo brasileiro.
Ronaldo Caiado defende classificação de facções criminosas como grupos de terrorismo doméstico
Ronaldo Caiado, do PSD, esteve na capital paulista participando de uma sabatina na rádio Jovem Pan. Durante a entrevista, o candidato propôs a classificação das facções criminosas como grupos de terrorismo doméstico, visando intensificar o combate ao narcotráfico. Caiado explicou que essa medida permitiria ampliar as ações das forças de segurança sem a necessidade de recorrer às operações de Garantia da Lei e da Ordem.
Renan Santos destaca programa nuclear e segurança pública em sua campanha
Renan Santos, do Missão, defendeu a retomada do programa nuclear brasileiro como forma de garantir a soberania nacional e dissuasão. O candidato também abordou temas de segurança pública, rebatendo críticas sobre modelos estrangeiros. No entanto, sua campanha foi suspensa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de concluir suas atividades em São Paulo.
Agenda diversificada pelos demais candidatos
Outros candidatos como Augusto Cury, Romeu Zema e Hertz Dias também tiveram compromissos importantes. Cury se reuniu com entidades voltadas ao empreendedorismo, enquanto Zema debateu corrupção com moradores. Já Hertz Dias teve uma extensa agenda em Porto Alegre, envolvendo panfletagem, diálogo com estudantes e sindicalistas, e defesa do fortalecimento do SUS.
A candidata Clariana Barão concedeu entrevista à Rádio Pinel, enquanto Flávio Bolsonaro gravou programas eleitorais. Lula não teve compromissos públicos, assim como Wilson Grassi, que se dedicou a reuniões internas. Pablo Marçal teve sua agenda suspensa por decisão judicial, e outros candidatos não divulgaram atividades para o dia.



