O ex-presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal em relação ao caso de uma arma de fogo apreendida em blitz com um de seus seguranças, afirmando que não houve intenção de descumprir a lei.

Acompanhado pelo advogado Paulo Cunha Bueno, Bolsonaro confirmou que solicitou ajuda ao militar para consertar a arma, pois estava inoperante. Bueno destacou nas redes sociais que não houve intuito de descumprir qualquer norma legal e classificou o episódio como ‘criminalmente acromático’, sem relevância penal.

Defesa de Bolsonaro esclarece o caso

A defesa de Bolsonaro afirmou que o ex-presidente já havia prestado esclarecimentos por escrito ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, e reiterou que a arma estava devidamente registrada e pertence a Bolsonaro. A expectativa é que o inquérito em andamento seja logo arquivado. Veja também: Trânsito em Itapevi: Informações e Atualizações Essenciais.

Detalhes da apreensão

A apreensão da arma ocorreu durante uma blitz em Taguatinga, onde também foi encontrado um carregador sobressalente. O motorista afirmou que recebeu a arma devido a um problema mecânico. O ministro Alexandre de Moraes questionou a solicitação de reparo na arma às vésperas do fim do período de prisão domiciliar de Bolsonaro.

A decisão sobre a manutenção da prisão domiciliar será tomada por Moraes nos próximos dias. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária desde março deste ano, após condenação no processo da trama golpista.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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