Os empregados da Caixa Econômica Federal rejeitaram a proposta final apresentada pelo banco e decidiram manter a greve nacional, iniciada na quinta-feira (10). A paralisação segue por tempo indeterminado, enquanto as entidades sindicais buscam retomar as negociações.
Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 68% dos trabalhadores votaram contra a proposta em assembleia encerrada às 23h desta sexta-feira (11).
Saúde Caixa em destaque
O principal ponto de divergência é o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários. A proposta apresentada pela instituição previa mudanças no modelo de custeio e nas regras de coparticipação.
Antes da votação, a Caixa afirmou que a proposta era final e indicou que poderia recorrer à Justiça do Trabalho caso fosse rejeitada. O banco deve avaliar o ingresso de um dissídio coletivo para buscar uma solução.
Apesar da rejeição, a Caixa mantém o diálogo aberto com as entidades representativas dos trabalhadores e busca um entendimento. Veja também: Dicas para Fazer um Bom Tempero Caseiro: Receitas e Técnicas.
A paralisação teve início na quinta-feira (10) após a rejeição de uma proposta anterior para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. Agências em São Paulo, Paraná e outras regiões amanheceram fechadas no primeiro dia de greve.
Entre os principais pontos oferecidos pela Caixa na proposta rejeitada estavam prêmios, pagamento de salários reajustados e melhorias no Saúde Caixa, que geraram discordâncias.
As mudanças propostas no Saúde Caixa incluíam contribuições dos empregados, cobranças por dependentes e aumento da coparticipação, sendo esse o ponto central de desacordo.
A Caixa orienta os clientes a priorizarem canais digitais e remotos durante a paralisação, garantindo a continuidade dos serviços.
No Banco do Brasil, a maioria dos sindicatos aprovou uma proposta da instituição, com a paralisação persistindo em 18 bases sindicais.



