O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) promoveu uma audiência pública em Washington para debater a proposta de sobretaxar em 25% os produtos exportados pelo Brasil.
Ao menos 40 entidades e empresas brasileiras e americanas se inscreveram para participar da audiência que está prevista para ocorrer até amanhã.
Argumentos e Participantes
Diversas organizações brasileiras, como a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) e Embraer, estão entre os inscritos para expor seus argumentos durante a audiência. Até o senador Flávio Bolsonaro está marcado para participar.
A análise dos atos, políticas e práticas brasileiras pelo USTR abrange aspectos como comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Veja também: Como a Música Afeta o Cérebro: Descubra os Efeitos Surpreendentes.
Contestação e Posicionamento
O Brasil contestou os argumentos que defendem a taxação das exportações, afirmando que as práticas comerciais brasileiras não prejudicam os EUA. O governo brasileiro pediu para os Estados Unidos evitarem impor medidas unilaterais durante a investigação.
Segundo o Brasil, as conclusões preliminares do USTR extrapolam a discordância em relação às escolhas soberanas do país, apontando que a legislação americana não sustenta a imposição de medidas comerciais por divergências políticas.
