Na última semana, Elizabete Arrabaça, acusada de matar sua filha Nathália Garnica envenenada em Pontal (SP), prestou depoimento à Justiça, jurando por Deus sua inocência perante o juiz.
Durante o interrogatório virtual, Elizabete negou veementemente as acusações e chegou a afirmar que poderia ficar cega se estivesse mentindo. Além disso, acusou sua filha mais velha de mentir no tribunal para prejudicá-la, criando um clima de tensão no processo.
Defesa e acusação se confrontam
Enquanto a defesa enfatiza a fragilidade das provas contra Elizabete, a acusação aponta contradições que podem prejudicar a ré no decorrer do processo. O advogado João Pedro Silvestrini ressaltou a importância de todos os depoimentos e provas serem minuciosamente avaliados pelo juiz para uma decisão justa.
O contexto da investigação
Elizabete Arrabaça está detida desde agosto do ano passado na Penitenciária de Tremembé, inicialmente devido às investigações sobre a morte de sua nora, Larissa Rodrigues. A morte de Nathália, sua filha mais nova, ocorreu em circunstâncias semelhantes e levou à exumação de seu corpo após a descoberta de envenenamento por ‘chumbinho’.
Os desdobramentos desses eventos trágicos ainda aguardam julgamento, mantendo a incerteza sobre o desfecho desses casos que chocaram a região.
A defesa se pronuncia
Durante o depoimento, Elizabete reiterou sua inocência, jurando por Deus sua verdade. Seu advogado, Bruno Ribeiro, argumenta que a acusação tenta transformar indícios em provas concretas e questiona a falta de consistência em alguns testemunhos.
Acusação destaca mentiras e contradições
Por outro lado, o assistente de acusação, Júlio Mossin, classificou o depoimento de Elizabete como mentiroso, apontando contradições em suas declarações. Mossin destaca questões financeiras e momentos cruciais do incidente como pontos de discordância entre a versão da ré e os fatos apresentados.
Fonte: https://g1.globo.com



