Durante um evento no Tribunal Superior Eleitoral, a presidente Cármen Lúcia destacou a importância da urna eletrônica no combate à fraude eleitoral no Brasil. A declaração ocorreu em comemoração aos 30 anos de utilização da primeira máquina de votação, que entrou em operação em 1996.
Diante de estudantes do Distrito Federal, a ministra ressaltou que a urna eletrônica eliminou a possibilidade de fraudes nas eleições, garantindo um processo mais seguro e transparente. Cármen Lúcia enfatizou que o sistema eletrônico de votação acabou com a manipulação de resultados e com a prática de votar por outras pessoas.
Antes da implementação da urna eletrônica, o voto era realizado em cédulas de papel, depositadas em urnas de lona e apuradas manualmente. Esse método, segundo a ministra, era suscetível a diversas formas de fraudes e manipulações, o que levou à necessidade de modernização do sistema.
Incentivo à participação feminina e à transparência eleitoral
Além de destacar a segurança proporcionada pela urna eletrônica, Cármen Lúcia ressaltou a importância da presença feminina na política brasileira. A ministra encorajou jovens mulheres a ocuparem espaços públicos e a buscarem maior representatividade nas eleições.
Durante o evento, o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo, explicou o funcionamento da urna eletrônica, seus mecanismos de segurança, auditoria e formas de fiscalização do sistema. A sustentabilidade do equipamento também foi destacada, com 98% dos componentes sendo reciclados.
A presença dos estudantes no TSE foi marcada pela surpresa e pela confirmação da segurança do processo eleitoral. A mascote Pilili foi lançada durante o evento, com o objetivo de incentivar a participação dos eleitores jovens nas eleições de outubro.
As eleições gerais estão previstas para o dia 4 de outubro, com disputas em diversos cargos. A urna eletrônica continua sendo peça fundamental para garantir a transparência, segurança e legitimidade do processo eleitoral no Brasil.



