O vereador Senival Pereira de Moura, do PT, solicitou afastamento do partido após ser preso sob suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A Polícia Civil de São Paulo o aponta como peça-chave em um esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa.
O pedido de afastamento foi confirmado pelo diretório do PT na capital paulista, que recebeu a solicitação de Senival neste sábado. O vereador integra a Câmara Municipal de São Paulo e ocupa importantes cargos, como o de primeiro-secretário da Mesa Diretora e presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Atividade Econômica.
Investigações e desdobramentos
Segundo as investigações, Senival Moura construiu sua carreira política na Zona Leste de São Paulo, tendo conexões antigas com o transporte de passageiros na região. Ele nega as acusações e sua defesa afirma que ele é inocente, tomando as medidas necessárias para esclarecer os fatos à Justiça. Veja também: Como Escolher o Melhor Veterinário para Meu Pet.
Em 2022, o vereador já era alvo de investigações relacionadas à morte de um ex-diretor financeiro da empresa de ônibus Transunião, envolvida no suposto esquema de lavagem de dinheiro. Senival sempre foi um defensor dos antigos ‘cooperados’ do sistema de transporte local e teve influência política em áreas como Itaquera e Artur Alvim.
Contexto e posicionamento
A investigação aponta que Senival Moura teria ligação com a empresa Transunião, utilizada para movimentar recursos do PCC. O Ministério Público alega que o vereador pode ter tido relação com a morte de um ex-diretor da companhia. O afastamento do PT demonstra a gravidade da situação e a necessidade de esclarecimentos sobre as acusações.
Fonte: https://g1.globo.com
