O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tomou uma decisão unânime e impactante nesta sexta-feira (11), ao rejeitar o registro da candidatura de Pablo Marçal à presidência da República. Os sete ministros que compõem o TSE votaram pelo indeferimento do pedido de Marçal e seu partido, o PRTB.
A relatora do caso, ministra Estela Aranha, teve seu voto seguido por Ricardo Villas Bôas, Nunes Marques, André Mendonça, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Peixoto e Dias Toffoli, resultando na negativa do registro da candidatura de Pablo Marçal.
Decisão polêmica
Além disso, o Ministério Público Federal, responsável por solicitar ao TSE a rejeição da candidatura, alegou que Marçal não estava filiado ao PRTB em abril deste ano, quando encerrou o prazo da janela partidária para mudança de partido. Na época, ele estava filiado ao União Brasil.
As notícias relacionadas ao caso destacam a proibição de Pablo Marçal de realizar campanha e participar de debates, além da sua inelegibilidade pela segunda vez e a condenação a oito anos de inelegibilidade. A Justiça Eleitoral de São Paulo o considerou inelegível até 2032, devido a um episódio durante as eleições municipais de 2024, envolvendo a oferta de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro.
