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Tragédia em rope jump: desfecho do primeiro inquérito é aguardado para esta segunda-feira

G1

A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em um salto de rope jump de 40 metros de altura na Ponte do Esqueleto, entre Limeira (SP) e Cordeirópolis (SP), chocou a todos. O trágico incidente, ocorrido no último dia 13 de junho, está sendo investigado pela Polícia Civil como homicídio com dolo eventual.

Nesta segunda-feira (22), a polícia deve concluir o relatório do primeiro inquérito sobre o caso. A jovem foi arremessada sem cordas de segurança durante a prática do esporte radical, resultando em sua morte. Até o momento, a câmera que a vítima segurava durante o salto ainda não foi encontrada.

Segundo a delegada responsável, Andréa Levy, aproximadamente 21 pessoas foram ouvidas durante as investigações. O rope jump utiliza cordas estáticas, diferentemente do bungee jump, e após a queda faz um movimento de balanço, como um pêndulo.

Os envolvidos e as prisões

O primeiro inquérito refere-se à prisão em flagrante de três homens no dia da tragédia. Os instrutores, Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, tiveram suas prisões convertidas em preventiva e foram transferidos para o CDP II de Guarulhos.

Recentemente, mais três pessoas foram presas temporariamente, todas ligadas à organização do evento. Este segundo inquérito deverá ser concluído em 30 dias, e a polícia investiga a possível supressão de provas relevantes para o caso, especialmente relacionadas ao desaparecimento da câmera que gravava o salto de Maria Eduarda.

A câmera é considerada essencial para a reconstrução dos eventos. Ao todo, oito pessoas estão envolvidas no caso, sendo que três permanecem presas, três foram detidas temporariamente e duas estão em liberdade, acompanhando as investigações.

A importância da câmera desaparecida

Os suspeitos são acusados de apagar conteúdos digitais relevantes e de sumir com a câmera crucial para a investigação. A prisão do trio tem duração de cinco dias, e a investigação aborda possíveis crimes dolosos contra a vida, além de fraude processual.

As defesas dos envolvidos têm se manifestado, alegando colaboração nas investigações e ausência de participação ativa no salto. O desfecho deste triste episódio aguarda ansiosamente por justiça e esclarecimento.

Fonte: https://g1.globo.com

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