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Promotor destaca a eliminação de ‘laranjas podres’ após prisão de ex-chefe da Dise e estagiário do MP por ligação com PCC

G1

Após a prisão do ex-chefe da Dise, um ex-policial civil e um ex-estagiário do Ministério Público por suspeita de repassar informações sigilosas e beneficiar integrantes do PCC, o promotor Marcos Tadeu Rioli ressaltou a importância de ‘extirpar dos quadros essas laranjas podres’. A operação, realizada nesta terça-feira (9), revela a atuação integrada das polícias Civil e Militar, juntamente com o Ministério Público (SP), para afastar maus profissionais que utilizam informações privilegiadas para cometer crimes.

Rioli enfatizou a confiança da sociedade nas instituições. ‘A população pode ter certeza de que as instituições estão trabalhando para garantir um serviço público eficiente, contínuo e transparente’, afirmou o promotor.

Os suspeitos teriam participado de um esquema que envolvia vazamento de dados sigilosos e extorsão de investigados, além de manter contato com pessoas ligadas ao PCC. Um plano para assassinar um promotor do Gaeco foi desarticulado durante a investigação.

Os presos na operação

Um dos presos é Maurício Aparecido de Oliveira, ex-chefe dos investigadores da Dise em Campinas (SP), que foi encontrado se reunindo com um suspeito ligado ao plano de assassinato do promotor do Gaeco.

Outro detido é Gabriel Lira de Jesus, ex-estagiário do Ministério Público, acusado de usar informações privilegiadas para extorquir investigados com alto poder econômico em troca de proteção.

Itamar Gomes da Silva, ex-policial civil, foi preso por ajudar o estagiário e participar do esquema. Ele já tinha sido expulso da Polícia Civil em 2008 por um caso de extorsão.

Fonte: https://g1.globo.com

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