Site icon Itapevi Noticias

Projeto de R$ 7,3 milhões visa recuperar 700 hectares degradados em assentamentos do Pontal do Paranapanema

G1

Um ambicioso projeto ambiental está prestes a transformar a realidade dos assentamentos rurais do Pontal do Paranapanema, no extremo oeste paulista. Com um investimento de R$ 7,3 milhões, a iniciativa promete restaurar até 700 hectares de áreas degradadas, impulsionando a renda das comunidades locais.

Anunciado pelo Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, o projeto tem como foco a recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais, além de incentivar práticas agrícolas mais sustentáveis e eficientes.

Os recursos para a realização do projeto são provenientes do mecanismo Finaclima-SP, que utiliza verbas da iniciativa privada para ações ambientais. A primeira etapa das atividades será concentrada em uma área de 110 hectares no assentamento Governador André Franco Montoro, em Marabá Paulista (SP), com duração prevista de até 60 meses.

Além da restauração ambiental, o projeto também visa melhorar a produção agrícola nas comunidades, com a expectativa de aumento da renda das famílias e redução dos impactos ambientais negativos. A iniciativa conta com a contratação de R$ 7,3 milhões para a execução dos projetos na região, com uso de mão de obra local. Veja também: Ideias de Decoração para Sacada Pequena: Transforme Seu Espaço.

O Pontal do Paranapanema é destacado como uma região estratégica para a ação, devido à sua concentração de assentamentos e áreas com potencial de recuperação. Com isso, o projeto não apenas promove a restauração ambiental, mas também contribui para metas ambientais, como a redução de emissões de gases de efeito estufa e a preservação de recursos hídricos.

A iniciativa representa um passo importante para a sustentabilidade e desenvolvimento da região, demonstrando o compromisso do estado em promover práticas agrícolas mais responsáveis e a recuperação de áreas degradadas para benefício das comunidades locais.

Fonte: https://g1.globo.com

Exit mobile version