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Polícia Civil do DF encerra inquérito sobre arma apreendida e não indica Bolsonaro

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Civil do Distrito Federal finalizou nesta terça-feira (1°) o inquérito que investigava a apreensão de uma arma de fogo com um segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro.

No mês passado, a corporação deu início à apuração após o militar do Exército Estácio Leite da Silva Filho ser abordado em uma blitz, em Brasília, com uma arma registrada em nome do ex-presidente. O militar afirmou que o armamento seria levado para reparos.

O delegado Thiago Boeing, responsável pelo caso, optou por não indiciar Bolsonaro. De acordo com ele, a arma estava regularizada e pertencia ao ex-presidente, que não estava impedido de possuir o armamento em sua residência, onde cumpre prisão domiciliar por outra condenação.

Decisão do delegado

Boeing destacou que, após analisar os elementos do caso, não encontrou indícios de crime relacionado à posse da arma por Bolsonaro. No entanto, o delegado considerou que Estácio Leite deve responder pelo porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, já que portava um armamento registrado em nome de terceiro e sem autorização.

Próximos passos

Após receber o relatório da Polícia Civil, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a defesa de Bolsonaro se manifestem sobre as conclusões da investigação em um prazo de 48 horas.

A decisão da Polícia Civil do DF encerra um capítulo desse caso, mas ainda há questões em aberto que devem ser esclarecidas nos próximos desdobramentos.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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