A empresa Meta, responsável pelo Facebook, WhatsApp e Instagram, desabilitou os anúncios do perfil do candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na plataforma, a apenas 10 dias do 1º turno das eleições.
A direção da campanha de Lula entrou com um recurso contra a Meta, alegando que o bloqueio não foi justificado. A conta de anúncios do candidato foi restabelecida no mesmo dia, e agora a equipe aguarda uma explicação oficial da grande empresa de tecnologia sobre o incidente.
Repercussão do incidente
Até o momento, a Meta não forneceu detalhes sobre a razão do bloqueio temporário. Questionada pela Agência Brasil, a empresa ainda não se manifestou. Esse episódio reforçou a narrativa de aliados de Lula de que empresas americanas como a Meta tendem a favorecer os adversários políticos do PT.
É importante destacar que, após a reeleição de Trump para a presidência dos Estados Unidos em 2025, Mark Zuckerberg, dono da Meta, anunciou publicamente o alinhamento da empresa com o governo em Washington, gerando controvérsias sobre a influência das grandes empresas de tecnologia na política internacional.
Regulação das big techs no Brasil
A regulação das grandes empresas de tecnologia no Brasil é um tema defendido pelo atual governo, o que tem gerado atritos com essas companhias e com o governo dos EUA. Donald Trump, em particular, tem criticado nações que buscam regular as plataformas digitais para combater crimes no ambiente online.
