Em resposta a uma solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a empresa Meta, responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp, negou categoricamente ter privilegiado a divulgação de posts em prol de qualquer um dos candidatos na disputa presidencial.
No comunicado enviado na última segunda-feira (19), a empresa assegurou que ‘os conteúdos relativos às duas candidaturas são tratados de forma igual e não discriminatória’, acrescentando que um documento técnico anexado ao processo ‘descreve o mecanismo que assegura essa isonomia’.
Resposta à determinação do ministro Bellizze
A manifestação da Meta foi uma resposta à determinação do ministro Marco Aurélio Bellizze, que exigiu que a empresa prestasse esclarecimentos sobre as medidas adotadas para garantir a imparcialidade no tratamento das duas candidaturas que disputam o segundo turno da eleição presidencial. Veja também: Entenda como funciona o comércio local em Itapevi.
Medidas adotadas pela empresa
A empresa afirmou ter implementado todas as medidas exigidas pela Justiça Eleitoral, incluindo revisões humanas em tempo hábil de restrições ou suspensões automáticas de anúncios das campanhas oficiais e ajustes na ferramenta de inteligência artificial Meta AI para garantir equidade nos pedidos de apoio.
Compromisso com a transparência
Em busca de esclarecimento, a Meta solicitou uma reunião urgente com o ministro Bellizze para discutir detalhes técnicos do processo, reforçando seu compromisso com a transparência e a colaboração com as autoridades eleitorais.
