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Médico denuncia falhas na organização da SP City Marathon após morte de maratonista: ‘Desfibrilador demorou 15 minutos’

G1

Um médico que auxiliou nos primeiros socorros ao maratonista de 50 anos que faleceu durante a SP City Marathon em São Paulo, criticou publicamente a organização da corrida. Miguel Carvalho Santacreu, médico nutrólogo do Hospital Albert Einstein, divulgou um vídeo nas redes sociais apontando falhas no atendimento prestado ao atleta Júlio Barreto.

Segundo relatos de Santacreu, após Barreto sofrer uma parada cardíaca ao completar a meia maratona, uma ambulância com um Desfibrilador Externo Automático (DEA) demorou cerca de 15 minutos para chegar ao local onde ele recebia os primeiros socorros. O médico ressaltou que os primeiros atendimentos foram realizados por colegas médicos que participavam da prova.

Santacreu descreveu a cena em que vários profissionais de saúde se revezavam nas compressões cardíacas enquanto aguardavam a chegada do desfibrilador. Ele ainda mencionou que a primeira ambulância não trouxe um médico, apenas uma equipe de bombeiros, e que o equipamento necessário para o atendimento não estava disponível.

Denúncias e Pedidos de Melhoria

O médico fez questão de ressaltar que a crítica não era direcionada aos profissionais de saúde presentes, mas sim à organização da corrida. Ele destacou a importância de identificar e corrigir as falhas para evitar que situações semelhantes ocorram no futuro. Santacreu expressou sua preocupação com a demora no atendimento e a falta de preparo da equipe da prova. Veja também: Entenda o que é educação financeira e sua importância hoje.

Além disso, o médico ressaltou a necessidade dos corredores cuidarem da própria saúde e da importância de contar com profissionais capacitados em eventos esportivos desse porte. Ele enfatizou a importância de buscar assistência médica adequada e se preparar devidamente para a prática esportiva.

Resposta da Organização

O G1 entrou em contato com a Iguana Sports, responsável pela SP City Marathon, para comentar as críticas feitas pelo médico, no entanto, até o momento da última atualização, não obteve resposta da organização.

Fonte: https://g1.globo.com

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