Após a divulgação de um novo cessar-fogo, tanto o Irã quanto Israel alertam para a possibilidade de retomada dos ataques. Em comunicado oficial, o governo iraniano confirmou o término das operações armadas, porém fez um chamado para que Israel interrompa os ataques ao Líbano.
Por sua vez, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reiterou em seu pronunciamento que responderá com vigor a qualquer investida vinda do Irã ou do Hezbollah, grupo militar apoiado pelo Irã e atuante no Líbano. Netanyahu também ressaltou que não aceitará uma suposta nova estratégia do Irã de revidar os ataques de Israel contra alvos do Hezbollah com bombardeios.
Controvérsias e Armistício
O recente armistício foi estabelecido após intensos 24 horas de ataques. O presidente Donald Trump manifestou em suas redes sociais a necessidade de cessar as agressões e manter as negociações de paz, criticando o que chamou de ignorância e estupidez que estariam prejudicando o acordo.
Conflitos no Líbano e tensões internacionais
As constantes investidas de Israel contra o Líbano têm sido o cerne das divergências. O Irã argumenta que o cessar-fogo estipulado em abril abrangia alvos libaneses. Por outro lado, o presidente Trump tem pressionado, sem êxito, Israel a interromper os ataques contra o Hezbollah. Veja também: Como Montar um Negócio no Setor de Educação de Forma Eficiente.
Em um sinal da fragilidade do cessar-fogo, a Guarda Revolucionária do Irã responsabilizou os Estados Unidos pela escalada de conflitos com Israel. Antes do término das hostilidades, uma usina petroquímica iraniana foi atingida por mísseis israelenses. O Irã alertou que agressões a alvos civis e do setor energético acarretariam repercussões na economia global.
*Com informações da agência Reuters
