Um homem testemunhou a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump em Limeira (SP), e afirmou que poderia ter sido a vítima da tragédia. Higor William Diniz Ferreira, que estava entre os participantes aguardando para realizar a atividade, contou que só não saltou antes por ter se atrasado para chegar ao local, permitindo que a jovem entrasse na frente dele na fila.
Segundo Higor, a situação foi um livramento para ele: ‘Era pra ser eu, porque era pra eu ter saído de casa hoje 6h pra ir pra lá. Porém, acabei me atrasando e saí 6h40. O salto meu, entre eu e essa mulher, era tipo de cinco a dez pessoas. Era o tempo que eu me atrasei. O tempo que ela passou na minha frente’, relatou.
Despreparo e desespero
Higor presenciou o momento em que funcionários da empresa responsável carregaram a vítima até a plataforma sem corda. Após o acidente, o desespero tomou conta do local, com familiares e outros participantes passando mal. O homem ainda destacou que um dos funcionários envolvidos deixou o local antes da chegada das equipes de resgate. Veja também: Como Criar um Perfil Profissional no LinkedIn: Guia Completo.
A empresa Entre Cordas, responsável pelo salto, está sob investigação após o ocorrido. Seis pessoas foram presas, incluindo os envolvidos no momento do acidente. A polícia segue apurando os fatos para esclarecer as circunstâncias da tragédia.
A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas gerou comoção e levantou questões sobre a segurança em atividades de aventura. O relato de Higor William Diniz Ferreira revela o quanto um acontecimento trágico pode ser evitado por pequenos detalhes. A investigação do caso segue em andamento para que sejam apuradas responsabilidades e evitadas novas tragédias.
Fonte: https://g1.globo.com
