Uma tragédia abalou a cidade de Mauá, na Grande São Paulo, com a morte da funcionária pública Priscila Meneses Cabral, de 44 anos, após ser atropelada na Avenida Capitão João. O acidente ocorreu na madrugada do dia 31 de maio e resultou na morte de Priscila quatro dias depois, deixando a família e amigos consternados.
Priscila foi enterrada no último domingo (7) em Ribeirão Pires, enquanto a comoção e a revolta tomam conta daqueles que a conheciam. O motorista responsável pelo atropelamento fugiu do local, levantando suspeitas de participação em um possível racha, o que tem gerado clamor por justiça e uma investigação minuciosa do caso.
Detalhes do trágico acidente e clamor por Justiça
O atropelamento aconteceu por volta das 3h04, próximo ao número 1.031 da avenida, quando Priscila aguardava ao lado do namorado para resolver um problema mecânico no carro. Testemunhas afirmam que um veículo, possivelmente envolvido em um racha, atingiu violentamente a vítima, deixando-a gravemente ferida. Veja também: Como Introduzir um Pet Novo em Casa com Outros Animais.
Amigos e familiares da vítima, consternados com a perda prematura de Priscila, exigem que as autoridades identifiquem o motorista responsável pelo atropelamento e esclareçam as circunstâncias que envolvem a tragédia. Uma campanha nas redes sociais, intitulada ‘Justiça pela Pri’, foi lançada para pressionar por respostas e responsabilização dos envolvidos.
Investigação em andamento e apelo por punição dos culpados
A Polícia Civil está investigando a suspeita de racha no momento do acidente, com testemunhas relatando a participação de um veículo BMW azul. A família de Priscila espera que a justiça seja feita e que todos os envolvidos, direta ou indiretamente, sejam identificados e responsabilizados pela tragédia que ceifou a vida da funcionária pública.
Fonte: https://g1.globo.com
