A explosão no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, deixou moradores desalojados e enfrentando uma rotina de incertezas. Após a vistoria da Defesa Civil que condenou cinco casas, a atendente Elizabeth Melo e sua família se viram obrigados a se hospedar em quartos de hotel em Osasco, enquanto aguardam definições sobre o futuro de suas residências.
Rotina de desalojados
Elizabeth Melo, moradora há 42 anos no Jaguaré, descreve sua rotina entre o hotel e a comunidade destruída pela explosão. A incerteza sobre o destino de suas casas e o medo de perder tudo o que construiu ao longo dos anos permeiam seus dias.
A filha de Elizabeth teve que se refugiar na casa de parentes, separada da família devido à necessidade de manter a rotina de escola e trabalho. Enquanto isso, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, anunciou medidas para auxiliar as famílias afetadas.
Responsabilização das concessionárias
O governador Tarcísio de Freitas visitou o local e afirmou que a Sabesp e a Comgás serão responsabilizadas pela explosão. Planos de reparo dos imóveis e alternativas habitacionais foram anunciados para as famílias afetadas.
Apesar de parte das famílias já ter sido liberada para retornar às suas residências, muitos ainda enfrentam a incerteza e a necessidade de encontrar soluções emergenciais. O trauma da explosão e a sensação de abandono são relatados pelos moradores, que buscam respostas e apoio das autoridades.
Fonte: https://g1.globo.com
