O jornal Itapevi Notícias acaba de receber uma grave denúncia envolvendo um possível crime ambiental no bairro Ambuitá, em Itapevi. Segundo relatos de moradores, uma empresa estaria supostamente descartando resíduos tóxicos diretamente no Ribeirão São João, causando forte cheiro químico, grande quantidade de espuma na água e preocupação generalizada entre quem vive nas proximidades.
A situação vem revoltando moradores da região, que denunciam há tempos episódios semelhantes e cobram providências urgentes dos órgãos competentes antes que os danos ambientais se tornem irreversíveis. O medo agora é que o despejo irregular esteja contaminando o solo, a água e colocando em risco a saúde da população e dos animais que vivem na região.
De acordo com um morador que preferiu não se identificar por medo de represálias, os problemas ambientais no local não seriam recentes.
“Casos graves estão acontecendo naquele local e seria fundamental o Ministério Público ser acionado, porque várias denúncias já foram feitas e até o momento nada foi realizado”, desabafou.
Assim que tomou conhecimento da denúncia, o secretário Paulo Rogério de Almeida foi informado sobre a situação. Segundo resposta repassada ao jornal, a Secretaria informou que solicitará imediatamente uma vistoria da CETESB para apurar os fatos, analisar os danos ambientais e adotar as medidas cabíveis.
O caso, no entanto, levanta um alerta extremamente sério. O Ribeirão São João é um importante curso d’água da região e qualquer descarte irregular de produto químico ou resíduo industrial pode configurar crime ambiental, previsto na legislação brasileira, além de provocar impactos severos ao meio ambiente e à saúde pública.
O Itapevi Notícias defende que o caso seja tratado com máxima urgência e transparência. É fundamental que órgãos fiscalizadores, ambientais e de investigação entrem imediatamente no caso, entre eles:
- CETESB
- Secretaria Municipal de Meio Ambiente
- Polícia Ambiental
- Ministério Público do Estado de São Paulo
- Defesa Civil
- Vigilância Sanitária
A população também cobra que sejam realizadas coletas técnicas da água, análises laboratoriais e identificação imediata da origem do material despejado no rio.
O jornal informa ainda que segue investigando o caso e, nos próximos dias, poderá trazer a público o nome da empresa responsável por este e outros supostos crimes ambientais que estariam acontecendo na cidade de Itapevi.
O meio ambiente não pode continuar pagando o preço da irresponsabilidade. A preservação dos rios, da fauna, da flora e da saúde da população precisa ser tratada como prioridade absoluta.
Acompanhe e assista à filmagem exclusiva enviada à redação do Itapevi Notícias, onde é possível ver a grande quantidade de espuma no Ribeirão São João.

