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Candidatos à Presidência debatem pautas essenciais em campanha pelo Brasil

© Arte EBC

Os candidatos à Presidência da República estão percorrendo o país e abordando temas cruciais em suas campanhas eleitorais. Nesta quinta-feira (3), o fim da escala 6X1 e a segurança pública foram pautas centrais nos discursos dos postulantes ao cargo máximo do Executivo.

Romeu Zema, do partido Novo, criticou o fim da escala 6×1 como uma medida populista em ano de eleições. Em entrevista à rádio Jovem Pan, defendeu a liberdade para os trabalhadores escolherem suas cargas horárias, citando o modelo de contrato por hora adotado em outros países.

Por outro lado, Ronaldo Caiado, representante do PSD, destacou a importância de considerar os pequenos negócios ao discutir a redução dos gastos públicos e a alta carga tributária. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, criticou a pressão para votar mudanças na jornada de trabalho durante o primeiro turno das eleições.

Renan Santos, candidato da Missão, propôs uma ofensiva contra áreas dominadas por facções criminosas, envolvendo Forças Armadas, polícias e órgãos de inteligência. Sua proposta inclui a possibilidade de decretar Estado de Defesa ou Garantia da Lei e da Ordem em regiões estratégicas para o crime organizado.

Destaques da agenda dos demais candidatos:

Augusto Cury, do Avante, concentrou esforços no eleitorado evangélico paulista.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, não teve atividades públicas. Veja também: Como criar uma cultura empresarial positiva para seu negócio.

Flávio Bolsonaro, do PL, realizou uma transmissão ao vivo no YouTube.

Hertz Dias, do PSTU, marcou presença em Aracaju, participando de entrevistas em rádios e panfletagem.

Rui Costa Pimenta, do PCO, criticou a atuação do Judiciário no caso do Banco Master.

Wilson Grassi, do Democrata, protestou em frente ao TSE contra a suspensão de seus canais digitais de campanha.

Pablo Marçal, do PRTB, teve seus atos de campanha proibidos pelo TSE, que também barrou sua participação em debates e o acesso aos fundos eleitoral e partidário, sendo considerado inelegível até 2032.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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