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Calor intenso desafia equipes e organizadores durante a Copa do Mundo

© Reuters/Jeenah Moon/Proibida reprodução

O confronto entre Brasil e Escócia no Grupo C da Copa do Mundo foi marcado não só pelo que aconteceu em campo, mas também pelas elevadas temperaturas que desafiaram os jogadores. Com os termômetros marcando 30ºC no início da partida em Miami, nos Estados Unidos, a questão do calor se tornou um ponto crucial.

Estudo alerta para temperaturas perigosas nas sedes da Copa

Uma pesquisa da Queen’s University Belfast, da Irlanda do Norte, revelou que 14 das 16 cidades-sede da Copa do Mundo poderiam enfrentar níveis “potencialmente perigosos” de calor. O estudo considerou dados meteorológicos das últimas duas décadas e foi publicado no International Journal of Biometeorology.

Recomendações de segurança para jogos em altas temperaturas

A Federação Internacional de Associações de Futebolistas Profissionais (FIFPro) recomendou que partidas com temperaturas acima de 30ºC tenham pausas para hidratação. Se a temperatura atingir 36ºC, a orientação é interromper ou adiar o jogo até que todos os envolvidos estejam em segurança.

Medidas adotadas pela FIFA para proteger os atletas

A FIFA implementou medidas para preservar a saúde dos jogadores, como a pausa para hidratação em todas as partidas da Copa, independentemente das condições climáticas. A entidade também priorizou jogos em estádios cobertos nos horários mais quentes e equilibrou as exigências esportivas e operacionais do torneio.

No entanto, a duração da pausa para hidratação divide opiniões, com alguns especialistas defendendo uma interrupção mais longa para garantir a reidratação adequada dos atletas. A questão do calor extremo também levanta debates sobre a necessidade de combater as mudanças climáticas e seus impactos no esporte.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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