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Ambulâncias do Samu paradas em Sorocaba há mais de seis meses: falta de manutenção compromete atendimento de urgência

G1

Seis ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão paradas na base da zona norte de Sorocaba (SP) há mais de seis meses, aguardando manutenção. A situação chegou ao Ministério Público Federal (MPF), que propôs um acordo com a prefeitura para resolver o problema. O Executivo afirma que o serviço segue os protocolos legais.

O g1 visitou o local em três ocasiões distintas e constatou que os veículos estão expostos ao tempo, sem qualquer tipo de proteção. Imagens do Google Street View mostram que as ambulâncias estão paradas no mesmo local desde pelo menos o final de 2025, corroborando relatos de servidores que confirmam a situação.

A falta de manutenção das ambulâncias tem prejudicado o atendimento de urgência em Sorocaba. Atualmente, o Samu opera sem o sistema de rádio, o que tem gerado deficiências no atendimento. Em casos graves, como uma parada cardiorrespiratória, a ausência de ambulâncias UTI tem colocado a vida dos pacientes em risco.

Proposta de acordo para solucionar o problema

Diante da situação crítica, o Ministério Público Federal propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) à prefeitura de Sorocaba. O acordo prevê um cronograma de manutenção das ambulâncias, reparos de segurança, regularização do seguro obrigatório e a criação de um plano de manutenção preventiva para evitar novas paralisações.

Posição da Prefeitura de Sorocaba

A Prefeitura de Sorocaba justifica que as viaturas estão em manutenção com diferentes necessidades, o que justifica a inatividade. Alega também que o local abriga reserva técnica e veículos de substituição, garantindo que o atendimento à população não seja prejudicado. No entanto, a prefeitura não mencionou se assinou ou pretende assinar o TAC proposto pelo MPF.

A população de Sorocaba aguarda por uma solução urgente para o problema das ambulâncias paradas, que coloca em risco a eficiência do serviço de atendimento de urgência na região.

Fonte: https://g1.globo.com

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