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Adolescente com Adrenoleucodistrofia perde visão e luta por tratamento em Itanhaém, SP

G1

Uma família em Itanhaém, litoral de São Paulo, teve sua rotina transformada pelo diagnóstico de adrenoleucodistrofia (ALD) em seu filho adolescente. Aos 13 anos, Diogo perdeu a visão e se tornou dependente da mãe, Deluma Barros, devido à condição genética rara e progressiva.

A adrenoleucodistrofia afeta a visão, a fala e o comportamento, além de causar dificuldades de locomoção e alimentação. Deluma descreve o impacto da doença, que progressivamente limitou as habilidades do filho, que antes era cheio de vida e sonhos.

Em busca de apoio, a mãe enfrenta desafios para obter a nutrição necessária para Diogo, que é alimentado por sonda. A falta do produto no Departamento Regional de Saúde em Santos a levou a contar com doações e rifas para garantir a alimentação do adolescente.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico da adrenoleucodistrofia veio aos 8 anos de Diogo, após sua professora notar sintomas. Desde então, a rotina da família mudou drasticamente, com a mãe dedicando-se integralmente aos cuidados do filho. Atualmente, ele recebe tratamento especializado em São Paulo, acompanhado pela mãe.

Além dos desafios diários, Deluma busca recursos para melhorar a qualidade de vida de Diogo, incluindo uma nova cadeira de rodas e equipamentos de auxílio. Mesmo diante das dificuldades, a família mantém a esperança e a determinação em oferecer conforto e dignidade ao adolescente.

Entendendo a Adrenoleucodistrofia

A adrenoleucodistrofia é uma doença genética rara causada por mutações no gene ABCD1, afetando principalmente o cérebro, a medula espinhal e as glândulas suprarrenais. Os sintomas incluem alterações na fala, visão e comportamento, dificuldades motoras e de deglutição, entre outros.

Fonte: https://g1.globo.com

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