O Corpo de Bombeiros emitiu uma nota oficial nesta quinta-feira (1º) lamentando a trágica morte de Bruno Hashimura San Juliano, estudante de Medicina de 23 anos, vítima de um tiroteio durante uma discussão no trânsito em Taubaté, interior de São Paulo.

A corporação informou que o bombeiro militar envolvido no incidente estava afastado de suas funções e em licença sem vencimentos, não atuando na região do Vale do Paraíba. Bruno foi atingido por disparos na manhã de quarta-feira (30), na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo, e acabou vindo a óbito.

O bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, suspeito de efetuar os disparos, foi preso em flagrante e, após audiência de custódia, teve liberdade provisória concedida pela Justiça. O sepultamento de Bruno ocorreu no Memorial do Vale, no Jardim Califórnia, em Jacareí.

Solidariedade e Compromisso

Em sua nota, o 11º Grupamento de Bombeiros prestou condolências aos familiares e amigos do estudante, destacando a gravidade do ocorrido. A corporação reiterou seu compromisso com a preservação da vida, a legalidade e o respeito à população, aguardando esclarecimentos das autoridades responsáveis pela investigação para a devida responsabilização do envolvido. Veja também: Dicas Infalíveis para Manter a Motivação nos Estudos.

O major PM Paulo Roberto Reis Teixeira de Souza, comandante do 11º Grupamento de Bombeiros, assina a nota, expressando solidariedade e buscando justiça diante do trágico desfecho.

Desdobramentos da Investigação

A investigação do caso envolvendo a morte do estudante de medicina reúne versões distintas sobre o ocorrido antes dos tiros. Enquanto uma testemunha relata que o bombeiro teria quebrado o vidro do carro de Bruno antes dos disparos, a defesa do militar alega legítima defesa, indicando que o estudante teria mostrado um objeto que parecia ser uma arma.

A polícia apreendeu a pistola calibre .380 utilizada nos disparos, bem como um canivete e o celular de Bruno. O bombeiro responde atualmente por homicídio doloso, porém a classificação pode ser alterada conforme avançam as investigações.

Fonte: https://g1.globo.com

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