Após ser solto, João Antonio Pivetta, detido por envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues, revelou ter confiado na regularização do grupo de rope jump em que atuava. Ele e Gabriel Barros Martins foram liberados nesta quarta-feira (8), enquanto outros quatro suspeitos permanecem presos e foram denunciados pelo Ministério Público (MP).
Em entrevista exclusiva à EPTV, João Pivetta contou que ingressou no grupo ‘Entre Cordas’ no final de 2025, acreditando que a equipe era devidamente regularizada. No entanto, as investigações mostraram que não havia formalização da empresa. Mesmo assim, ele afirmou ter confiado nas informações repassadas pelos colegas.
João e Gabriel não foram indiciados pela Polícia Civil, que solicitou a revogação das prisões. A função de João consistia em retirar equipamentos após os saltos, enquanto Gabriel acompanhava a descida dos participantes e operava o sistema. Ambos foram liberados sem denúncia do MP. Veja também: Dicas para Evitar o Superaquecimento do Motor: Proteja Seu Veículo.
Sentimento aterrorizante
Após o incidente, João descreveu o momento como ‘aterrorizante’, destacando a angústia vivida durante o período de prisão. Ele relatou que não presenciou a queda de Maria Eduarda, mas ouviu o impacto. A polícia afastou suspeitas de ocultação de provas e pediu a revogação da prisão do suspeito.
As defesas dos acusados demonstraram insatisfação com a prisão, considerando-a ilegal e desproporcional. Os denunciados permanecem presos e respondem por homicídio com dolo eventual qualificado e fraude processual. São eles os instrutores ligados ao salto da vítima e a organizadora do evento.
Fonte: https://g1.globo.com


