A Polícia Civil está em busca de respostas para esclarecer o incidente envolvendo um caminhão que arrastou o carro de uma idosa na Via Dutra, em São José dos Campos (SP). O tacógrafo do veículo será analisado minuciosamente para revelar detalhes sobre o ocorrido.
O tacógrafo é responsável por registrar informações como velocidade, distância percorrida e tempo de parada, enquanto as imagens das câmeras de segurança também serão fundamentais para a investigação. O delegado Thiago Amaral Fonseca, à frente do caso, questiona a versão apresentada pelo motorista, sugerindo inconsistências na dinâmica do acidente.
O acidente, que ocorreu na semana passada, chocou a região. Apesar do carro da idosa ser arrastado por cerca de 700 metros, a vítima, Maria Auxiliadora de Carvalho, de 83 anos, saiu ilesa. O caminhoneiro alega ter sido vítima de um ponto cego, justificando a falta de visão do veículo.
Versões conflitantes e desdobramentos
Enquanto o motorista afirma ter seguido para um local seguro após o impacto, a Polícia Rodoviária Federal contesta essa alegação, ressaltando que o caminhão fez uma breve parada antes de seguir viagem sem acionar o telefone de emergência. A investigação continua em andamento, com a polícia em busca de esclarecimentos. Veja também: Como Elaborar um Plano de Carreira Pessoal de Sucesso.
A defesa do caminhoneiro argumenta que ele comunicou um funcionário da concessionária sobre sua intenção de estacionar em um local seguro devido às obras na rodovia. Segundo relatos, o motorista notou a presença da idosa fora do veículo e aguardou por horas para registrar a ocorrência em um posto de combustíveis.
A versão da concessionária
A CCR RioSP, responsável pela concessão da rodovia, aponta que havia um acostamento próximo ao local da colisão, onde o caminhão poderia ter parado com segurança. A empresa questiona a necessidade de o veículo seguir adiante e não comenta sobre o suposto contato do motorista com um funcionário após o incidente.
Fonte: https://g1.globo.com



