A família do árbitro brasileiro Raphael Claus está em contagem regressiva para a estreia dele na Copa do Mundo. Antes de cada partida, sua esposa Carolina Claus realiza um ritual de proteção, posicionando cartões e uma moeda da Copa diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida, a quem são devotos. A preparação envolve tradições religiosas e muito apoio emocional.

Carolina destaca a ansiedade e a expectativa para ver o marido atuando no maior torneio de futebol do mundo. A torcida da família é diferente, comemorando empates e até cartões aplicados por Raphael. Para eles, estar na Copa do Mundo é resultado de muito esforço e dedicação ao longo dos anos.

Torcer pelo empate e comemorar cartão vermelho

A experiência de torcer por um árbitro envolve orações, apitos e buzinas. Carolina prefere que os jogos terminem em empate, evitando polêmicas. Se o marido apita corretamente, a família comemora, inclusive o filho de 8 anos, Lucca, que se orgulha do pai e sonha em seguir seus passos como árbitro no futuro. Veja também: Como Solicitar a Revisão de Pensão Alimentícia.

Três árbitros brasileiros na Copa

Além de Raphael Claus, outros dois árbitros brasileiros foram selecionados para a Copa do Mundo, juntamente com cinco bandeirinhas e um árbitro de vídeo. A família torce pelo sucesso não apenas do Brasil, mas também pela carreira do árbitro, que tem a chance de apitar partidas decisivas se o país for eliminado precocemente.

A escolha dos árbitros foi baseada na qualidade e consistência de desempenho ao longo dos anos em competições nacionais e internacionais. Raphael Claus teve uma rotina intensa de treinamentos e dedicação, sacrificando momentos em família para alcançar o sonho de estar na Copa do Mundo.

Fonte: https://g1.globo.com

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